Mais de 25 mil presos são soltos para o Dia dos Pais em SP
A SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) do Estado de São Paulo liberou nesta sexta-feira perto de 25 mil sentenciados que cumprem pena nos regimes semi aberto, Centros de Ressocialização e Centros de Progressão de Pena do Estado. Os reeducandos que saíram para passar o Dia dos Pais com seus familiares, firmaram o compromisso de retornarem para suas unidades prisionais às 17 horas da segunda-feira.
Esta é a terceira liberação dos presos do ano. Antes, eles saíram por ocasião da Páscoa e do Dia das Mães. Depois da saída temporária do Dia dos Pais, eles ainda terão mais duas folgas extendidas. Uma delas poderá ser escolhida entre o Dia das Crianças ou Finados e, a última e mais longa saída, que é no final do ano onde engloba as festas de Natal e Ano Novo.
Desde a primeira saída de 2011, todos os condenados liberados são acompanhados em período integral através do monitoramento por tornozeleiras eletrônicas. Eles permanecem rastreados durante todo o período em que estiverem fora do estabelecimento prisional. Cada preso deixará sua unidade com uma tornozeleira rastreada por celular. Através do número da matrícula gravado no equipamento, será possível acompanhar por GPS o local exato onde o sentenciado estiver.
A SAP deverá monitorar se o preso vai cumprir à risca as determinações da saída temporária, como não frequentar bares, casas de jogos ou locais propícios a confusões. Já no período entre as 22h e 6h, ele deverá permanecer no endereço de seus familiares. O sentenciado que violar alguma das determinações comete falta grave e pode perder o direito para a próxima saída temporária.
Além disso, o preso que não retornar dentro do período estabelecido é considerado foragido e, se recapturado, perde o benefício de semi aberto e retorna para o regime fechado onde deverá reiniciar todo o processo de progressão da pena.
A saída temporária é direito adquirido do preso e acontece em cinco datas do ano: Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças (ou Finados) e final de ano, que mantém a mesma saída desde as vésperas do Natal até depois do Réveillon. Recebe a permissão para sair o preso que tiver bom comportamento e que já tenha cumprido pelo menos um sexto da pena.
Os próprios presos contratam os ônibus para transportá-los para suas cidades de origem. As despesas correm por conta de cada preso.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Especialista em segurança pública diz que polícia acertou ao intervir em sequestro de ônibus no Rio | Agencia Brasil
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A decisão da polícia de intervir para frustrar a tentativa de sequestro a um ônibus, ontem (9), no centro do Rio de Janeiro, foi acertada, apesar de o evento ter ocorrido em uma das principais e mais movimentadas avenidas da cidade, avaliou hoje (10) a cientista política Jacqueline Muniz, especialista em segurança pública. Para ela, no entanto, a qualidade da ação precisa ser analisada a partir dos resultados dos laudos da perícia, que ainda não foi concluída.
Segundo a especialista, um possível recuo da polícia para preservar a vida de passageiros e pedestres não garantiria a evolução segura do caso, sem mortos ou feridos. Durante a ação, policiais armados de fuzis e pistolas se posicionaram próximo ao coletivo, que teve os pneus furados após duas tentativas de fuga dos criminosos. Apesar de terem sido encontradas diversas marcas de tiro na lataria, a perícia ainda não concluiu de onde partiram os disparos. De acordo com depoimentos de testemunhas e de passageiros os tiros não foram efetuados pelos sequestradores.
“É uma decisão muito perigosa e problemática quando a polícia toma conhecimento de um crime em andamento e decide não agir e permitir que o assalto evolua porque avalia que o risco de uma intervenção seria muito grande para as vítimas. Não se pode combinar com os bandidos que eles vão concluir seu assalto sem vitimar ninguém”, afirmou.
“Além disso, agravaria o temor de todos nós de que a polícia perdeu seu papel de garantir a segurança, porque ela teria visto um crime e se recusado a agir. Por isso, era oportuna a intervenção policial”, avaliou, acrescentando que é exatamente no espaço urbano, com seu movimento e dinâmica, que a segurança pública deve ser feita.
Jacqueline Muniz destacou, no entanto, que armas letais só devem ser usadas pelas forças policiais como último recurso.
“A polícia é treinada para não atirar primeiro. Naquele caso especificamente era ainda mais complicado porque o ônibus estava em movimento e a visibilidade estava prejudicada pelos vidros escuros. Os reféns poderiam estar servindo de escudo humano”, afirmou.
Três passageiros feridos durante a tentativa de sequestro continuam internados no Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro. O assaltante Jean Junior da Costa, que tem plano de saúde, está internado em uma unidade particular, na zona sul.
Até agora, três suspeitos foram presos. Um quarto suspeito foi reconhecido por testemunhas no catálogo de fotos da Polícia Civil e já teve o mandado de prisão preventiva expedido. Desde a madrugada, 35 pessoas, entre passageiros, testemunhas e policiais prestaram depoimentos.
Edição: Lílian Beraldo
Promotoria investiga ação da Rota com 6 mortos em mercado de SP - 10/08/2011
O tiroteio em que PMs da Rota mataram seis homens que tentavam roubar caixas eletrônicos num supermercado em São Paulo será investigado pelo Gecep (Grupo de Atuação de Controle Externo da Atividade Policial), órgão do Ministério Público.
Polícia prende suspeito de participar de tiroteio na zona norte
Veja imagens do tiroteio que deixou seis mortos em SP
Seis criminosos morrem em troca de tiros com a polícia em SP
Escola suspende aulas após tiroteio em SP
Na ação, ocorrida na madrugada de sexta, na zona norte, seis ladrões morreram. Segundo o DHPP (departamento de homicídios), da Polícia Civil, a câmera de segurança que estava voltada para a área onde houve as mortes foi desviada pelos PMs.
Também existe uma dúvida sobre os motivos que levaram a Rota a participar do tiroteio, pois os policiais do grupo estavam em Santo André, no ABC, quando foram chamados como reforço.
O tenente-coronel Paulo Adriano Telhada, chefe da Rota, diz que a operação foi legítima e que os policiais só reagiram aos criminosos.
Hoje, a mulher de um dos seis mortos será interrogada pelo DHPP. Ela é funcionária do CompreBem e, no dia da tentativa de roubo, estava em férias. A polícia quer saber se ela tem ou não alguma participação na tentativa de roubo dos caixas eletrônicos.
Ontem, a investigação descobriu também que um PM do 18º Batalhão, o mesmo que atende a área onde fica o CompreBem, está desaparecido desde o crime --existe suspeita de que PMs estejam entre os 15 ladrões que invadiram o supermercado e fizeram três funcionários reféns.
A Polícia Civil investiga ainda a procedência dos coletes a prova de balas encontrados com os criminosos.
Hackers publicam documentos da Operação Satiagraha - politica - Estadao.com.br
Hackers publicam documentos da Operação Satiagraha - politica - Estadao.com.br
AE - Agência Estado
Após uma série de invasões superficiais a sites do governo, o grupo hacker LulzSecBrazil pôs na web um diretório com 8 gigabytes (GB) documentos da Operação Satiagraha. São fotos, áudios, vídeos e relatórios reunidos pela Polícia Federal durante as investigações, em 2008.
"Encontramos os arquivos em servidores abertos", explicou à reportagem o porta-voz do grupo, conhecido como Bile Day. "Não posso revelar a técnica que usamos, mas em geral nos servidores há vários tipos de falhas, como erros nas páginas do site, portas de serviços abertas e senhas fracas", afirmou.
Os documentos da operação, porém, já haviam sido publicados em partes em outros sites e supostamente estariam em um pen drive do próprio delegado Protógenes Queiroz, hoje deputado pelo PC do B. "É um vazamento de informação clássico. Não parece sequer invasão de sistema", avaliou Pedro Markun, ativista da web e criador da comunidade online Transparência Hacker.
A operação brasileira ocorreu pouco depois de o grupo hacker estrangeiro AntiSec divulgar 10 GB de dados confidenciais do FBI. A ação foi uma retaliação à prisão pelos federais americanos de Jake Davis, conhecido como Topiary, jovem de 18 anos que cuidava da comunicação do grupo LulzSec no mundo. Segundo Bile Day, o ataque no Brasil foi coordenado com os grupos estrangeiros.
AE - Agência Estado
Após uma série de invasões superficiais a sites do governo, o grupo hacker LulzSecBrazil pôs na web um diretório com 8 gigabytes (GB) documentos da Operação Satiagraha. São fotos, áudios, vídeos e relatórios reunidos pela Polícia Federal durante as investigações, em 2008.
"Encontramos os arquivos em servidores abertos", explicou à reportagem o porta-voz do grupo, conhecido como Bile Day. "Não posso revelar a técnica que usamos, mas em geral nos servidores há vários tipos de falhas, como erros nas páginas do site, portas de serviços abertas e senhas fracas", afirmou.
Os documentos da operação, porém, já haviam sido publicados em partes em outros sites e supostamente estariam em um pen drive do próprio delegado Protógenes Queiroz, hoje deputado pelo PC do B. "É um vazamento de informação clássico. Não parece sequer invasão de sistema", avaliou Pedro Markun, ativista da web e criador da comunidade online Transparência Hacker.
A operação brasileira ocorreu pouco depois de o grupo hacker estrangeiro AntiSec divulgar 10 GB de dados confidenciais do FBI. A ação foi uma retaliação à prisão pelos federais americanos de Jake Davis, conhecido como Topiary, jovem de 18 anos que cuidava da comunicação do grupo LulzSec no mundo. Segundo Bile Day, o ataque no Brasil foi coordenado com os grupos estrangeiros.
Jornal do Brasil - País - Policiais e bombeiros acampam em auditório da Câmara
Jornal do Brasil - País - Policiais e bombeiros acampam em auditório da Câmara
A manifestação desta terça-feira de policiais e bombeiros, na Câmara, em favor da aprovação de um piso salarial para a categoria, virou vigília. Os agentes de segurança decidiram elevar o tom das ações e permanecer no Auditório Nereu Ramos até que seja definida a votação, em segundo turno, do piso salarial de policiais e bombeiros.
"Esse já é um espaço ocupado. Só saímos daqui com a votação", enfatizou um dos líderes do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo, bombeiro do Rio de Janeiro.
1 / 7
A reunião chegou a ter momentos tensos, com ameaças de invasão ao Plenário e ao Salão Verde, mas essas iniciativas foram desfeitas com a intervenção do presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Mendonça Prado (DEM-SE), e dos demais deputados, que conseguiram uma reunião entre os manifestantes e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para a manhã desta quarta.
Daciolo anunciou ainda que os bombeiros cariocas vão iniciar um regime de aquartelamento, manifestação em que a categoria ficará recolhida nos quartéis. Segundo ele, outros estados também aderiram à manobra, que ele espera se tornar um movimento nacional.
Tags: acampados, bombeiros
A manifestação desta terça-feira de policiais e bombeiros, na Câmara, em favor da aprovação de um piso salarial para a categoria, virou vigília. Os agentes de segurança decidiram elevar o tom das ações e permanecer no Auditório Nereu Ramos até que seja definida a votação, em segundo turno, do piso salarial de policiais e bombeiros.
"Esse já é um espaço ocupado. Só saímos daqui com a votação", enfatizou um dos líderes do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo, bombeiro do Rio de Janeiro.
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A reunião chegou a ter momentos tensos, com ameaças de invasão ao Plenário e ao Salão Verde, mas essas iniciativas foram desfeitas com a intervenção do presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Mendonça Prado (DEM-SE), e dos demais deputados, que conseguiram uma reunião entre os manifestantes e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para a manhã desta quarta.
Daciolo anunciou ainda que os bombeiros cariocas vão iniciar um regime de aquartelamento, manifestação em que a categoria ficará recolhida nos quartéis. Segundo ele, outros estados também aderiram à manobra, que ele espera se tornar um movimento nacional.
Tags: acampados, bombeiros
domingo, 7 de agosto de 2011
Rota mata seis em roubo de caixas eletrônicos
O comandante da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), tenente-coronel Paulo Adriano Lopes Telhada, afirmou que a ação policial que evitou um roubo a caixa eletrônico e resultou na morte de seis suspeitos, na manhã desta sexta-feira, na zona norte da capital, foi uma resposta à altura da ação dos criminosos. “Fomos informados pelas vítimas de que os bandidos eram violentos. Quando chegamos e demos a ordem de parada, eles gritaram que iam parar, mas abriram fogo contra nós”, contou o comandante.
Segundo a polícia, uma denuncia anônima avisou o 18º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), que o supermercado local sofreria uma tentativa de invasão para roubo a caixas eletrônicos. Por haver duas unidades da loja no bairro, os policiais se dividiram e começaram o patrulhamento.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, quando o bando atacou o mercado, os policiais pediram o reforço da Rota. “Esse tipo de crime (roubo a caixa eletrônico), atrai quadrilhas formadas, em média, por dez ou mais pessoas, com armamento pesado”, disse Telhada.
Ainda segundo a polícia, do lado de fora do supermercado, antes da Rota chegar, os policiais do batalhão de área trocaram tiros com os bandidos. O motorista da quadrilha, num Peugeot, foi atingido, dois correram pra dentro do mercado e três funcionários foram feitos reféns.
Em seguida, dois pelotões da Rota, com 48 policiais, chegaram ao local. A troca de tiros continuou. O confronto resultou em seis mortos e 10 foragidos. Os policiais apreenderam maçarico e botijões de gás. Além do material que seria usado para arrombar os caixas, foram encontrados dois fuzis 556, duas carabinas, duas metralhadoras, uma pistola e três coletes. Cinco carros que foram usados pelos bandidos também foram apreendidos.
Com as investigações, a Polícia Civil conseguiu prender outro participante da ação, R.M.A.. “Encontramos ele no PS Nhocuné. Estava com um ferimento nas costas. Ao ver os policiais, admitiu a participação no roubo. Nós já o indiciamos”, disse o delegado Maurício Guimarães Soares, chefe da Divisão de Homicídios do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
Segundo a polícia, uma denuncia anônima avisou o 18º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), que o supermercado local sofreria uma tentativa de invasão para roubo a caixas eletrônicos. Por haver duas unidades da loja no bairro, os policiais se dividiram e começaram o patrulhamento.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, quando o bando atacou o mercado, os policiais pediram o reforço da Rota. “Esse tipo de crime (roubo a caixa eletrônico), atrai quadrilhas formadas, em média, por dez ou mais pessoas, com armamento pesado”, disse Telhada.
Ainda segundo a polícia, do lado de fora do supermercado, antes da Rota chegar, os policiais do batalhão de área trocaram tiros com os bandidos. O motorista da quadrilha, num Peugeot, foi atingido, dois correram pra dentro do mercado e três funcionários foram feitos reféns.
Em seguida, dois pelotões da Rota, com 48 policiais, chegaram ao local. A troca de tiros continuou. O confronto resultou em seis mortos e 10 foragidos. Os policiais apreenderam maçarico e botijões de gás. Além do material que seria usado para arrombar os caixas, foram encontrados dois fuzis 556, duas carabinas, duas metralhadoras, uma pistola e três coletes. Cinco carros que foram usados pelos bandidos também foram apreendidos.
Com as investigações, a Polícia Civil conseguiu prender outro participante da ação, R.M.A.. “Encontramos ele no PS Nhocuné. Estava com um ferimento nas costas. Ao ver os policiais, admitiu a participação no roubo. Nós já o indiciamos”, disse o delegado Maurício Guimarães Soares, chefe da Divisão de Homicídios do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
sábado, 6 de agosto de 2011
Falso agente da Polícia Ferroviária Nacional, é preso em Goiânia
A historia se repete, antes foi no Rio de Janeiro que se descobram um falso agente de policia que administram curso de tiro para a secretaria de segurança daquela cidade. Agora em Goiania que aparece um outro falso agente que tiram fotos ao lado políticos, como o ex-presidente Lula.
Do G1
Policiais civis prenderam na noite desta sexta-feira (5), um homem, ainda não identificado, que se passava por agente da Policia Ferroviária Federal. Com o suspeito foram encontrada uma arma, munições, um colete de balística da Polícia Civil, documentos falsificados e um notebook contendo vídeos e fotos do falso policial ostentando armas de uso exclusivo das Forças Armadas e da polícia. Além de imagens ao lado de políticos importantes como o ex-presidente Lula, e o senador Demóstenes Torres.
De acordo com o delegado Alexandre Meinberg, que apura o caso, o homem era comumente visto entre policias militares, polícias civis e até em operações da Polícia Ferroviária Federal (PFF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Porém, nunca se soube em qual o local ele teria sido lotado como agente, o que levantou algumas suspeitas. O delegado disse ainda que ao procurar informações junto à Superintendência da Polícia Ferroviária Federal, em Brasília, foi descoberta que a identidade policial apresentada pelo suspeito pertencia a outro agente da PFF. O documento de porte de arma que ele usava também é falso. O suspeito foi encaminhado para a Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), em Goiânia, onde aguarda para prestar depoimento neste sábado (6) às 10h.
Do G1
Policiais civis prenderam na noite desta sexta-feira (5), um homem, ainda não identificado, que se passava por agente da Policia Ferroviária Federal. Com o suspeito foram encontrada uma arma, munições, um colete de balística da Polícia Civil, documentos falsificados e um notebook contendo vídeos e fotos do falso policial ostentando armas de uso exclusivo das Forças Armadas e da polícia. Além de imagens ao lado de políticos importantes como o ex-presidente Lula, e o senador Demóstenes Torres.
De acordo com o delegado Alexandre Meinberg, que apura o caso, o homem era comumente visto entre policias militares, polícias civis e até em operações da Polícia Ferroviária Federal (PFF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Porém, nunca se soube em qual o local ele teria sido lotado como agente, o que levantou algumas suspeitas. O delegado disse ainda que ao procurar informações junto à Superintendência da Polícia Ferroviária Federal, em Brasília, foi descoberta que a identidade policial apresentada pelo suspeito pertencia a outro agente da PFF. O documento de porte de arma que ele usava também é falso. O suspeito foi encaminhado para a Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), em Goiânia, onde aguarda para prestar depoimento neste sábado (6) às 10h.
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