domingo, 18 de março de 2012
PF fará concurso para 600 vagas
sexta-feira, 9 de março de 2012
SP: 3 delegados são condenados por cobrança de propina
- ROSE MARY DE SOUZA
- Direto de Campinas
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Presos saem pela porta da frente da cadeia de Itararé, no interior de SP - brasil - geral - Estadão
Com a polícia ocupada em dar segurança aos blocos que desfilavam nas ruas da cidade, 33 presos aproveitaram a falta de vigilância para fugir da Cadeia Pública de Itararé, a 350 km de São Paulo, no final da tarde deste último domingo, 19.
De acordo com a Polícia Civil, os presos renderam o único carcereiro e arrebentaram os cadeados do portão principal do prédio. A cadeia tem capacidade para 30 presos, mas estava com 61 detentos quando ocorreu a fuga.
Moradores vizinhos presenciaram a saída em massa dos presos e avisaram a polícia. Rapidamente foi montado um cerco nas ruas próximas. Nas primeiras horas após a fuga, 18 detentos já haviam sido recapturados. As buscas prosseguiram durante a noite em bairros da cidade.
Segundo os policiais, os fugitivos tiveram dificuldade para encontrar esconderijos e muitos acabaram se entregando. Até a tarde de ontem, apenas oito presos continuavam foragidos. Dois deles teriam tomado um ônibus com destino a Sengés, no Paraná.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Após 25 anos de reiteradas fraudes governo de SP terceiriza concursos para policiais civis « Jornal Flit Paralisante
Após suspeitas de fraudes, governo terceiriza concursos para policiais
Empresas serão responsáveis por aplicar provas para quem quer ingressar na Polícia Civil
Após uma série de suspeitas de fraudes, o governo de São Paulo decidiu terceirizar a realização dos próximos concursos para contratar policias civi
Até agora, eram os próprios policiais os responsáveis pelos concursos de todas as carreiras civis – incluindo da Polícia Científica. Os concursos da Polícia Militar já são feitos por empresas contratadas. Para a carreira de oficial, por exemplo, as vagas são disputadas no vestibular da Fuvest.
As mudanças nos concursos da Polícia Civil ocorreram após uma série de reportagens publicadas pela Folha, entre 2009 e 2010, que revelou irregularidades em ao menos dois concursos.
Em um deles, para contratação de fotógrafo, a reportagem registrou em cartório o nome de candidatos que seriam aprovados, oito dias antes do resultado final.
Entre os beneficiados estavam o sobrinho do então diretor do IC (Instituto de Criminalística), José Domingos Moreira das Eiras, que acabou afastado do cargo após a publicação da reportagem.
Em outro caso revelado pela Folha, o perito Osvaldo Negrini Neto era acusado por seis integrantes da banca do concurso para peritos, de 2005, de vender gabaritos e incluir irregularmente reprovados na lista de aprovados.
Negrini era o número dois do instituto na época da publicação da reportagem. Eles negam as irregularidades.
De acordo com o atual diretor da Academia de Polícia, Paulo Bicudo, as mudanças atendem às novas legislações aprovadas em outubro e à orientação do delegado-geral, Marcos Carneiro Lima.
Ainda segundo ele, empresas renomadas serão contratadas para realização das provas escritas e os testes psicológicos. Aos policiais, caberá a realização de exames de aptidão física e a investigação social (para saber sobre a vida pregressa de candidatos), funções que não podem ser delegadas às empresas.
PROVA ORAL
De todas as carreiras, segundo Bicudo, apenas a de delegado continuará a ter prova oral. Isso porque, segundo ele, trata-se de uma carreira jurídica – como as de promotor e magistrado.
Para policiais ouvidos pela Folha, na prova oral ocorriam as principais irregularidades. Candidatos eram reprovados de acordo com a vontade dos policiais da banca. Não cabia recursos nessa fase da seleção.
Bicudo diz que o principal motivo da mudança é dar “agilidade e modernidade” aos concursos, que cada vez têm mais candidatos.
“Muitas pessoas sérias passaram pela academia e fizeram concursos absolutamente corretos. Problemas de vazamento ocorrem em todos os lugares, com utilização de empresas terceirizadas ou não. Estamos contratando empresas sérias justamente para que isso não ocorra.”
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Desinteligência Policial: Guardas são detidos após abordar policial civil em shopping em SP
Um policial civil e dois guardas civis municipais foram parar na delegacia na noite de domingo após uma confusão no Shopping Boa Vista, em Santo Amaro, zona sul da capital paulista. O agente civil estava de folga, passeando com a mulher e os filhos, quando uma pessoa notou, no banheiro, que ele estava armado e alertou a segurança. Os seguranças o abordaram e disseram que ele se recusou a mostrar a identificação. A Guarda Civil Municipal foi chamada e, segundo a mulher do policial, o marido foi ameaçado pois disse que só se identificaria para outro policial. As informações são do Bom Dia SP.
Nas imagens registradas pela mulher do policial, é possível ver quando o agente se aproxima de um dos guardas e é empurrado. O advogado de defesa também disse que o cliente foi constrangido pelos guardas. "(Os guardas) começaram a impedir que ele transitasse pelo ambiente. Quando chegou a PM, ele se identificou prontamente", contou Gustavo Bonelli. Após o policial civil se identificar, os PMs deram voz de prisão aos guardas, que foram levados à delegacia. Lá, eles assinaram um termo circunstanciado e foram liberados. A GCM e o advogado do policial civil vão pedir as imagens do circuito interno do shopping para apurar o caso.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Não há ação da polícia, apenas política de segurança pública - Paula Miraglia - iG
Do IG
Não há ação da polícia, apenas política de segurança pública
Debates sobre a USP evidenciam falta de projeto de segurança pública capaz de lidar com a situação adequadamente
Sou a favor da presença da polícia na USP, porque sou a favor da polícia em qualquer espaço público. A polícia é (ou pelo menos deveria ser) um dos instrumentos para a garantia e promoção da segurança. Mas sou contra a violência ou outros tipos de abusos praticados pela polícia, seja na USP ou em outro lugar.
O debate sobre os acontecimentos na USP não se limita à presença ou não da PM, ainda que essa seja a questão que encarne uma série de contradições e impasses. Ele evidencia como falta um projeto de segurança pública capaz de lidar adequadamente com situação. Em primeiro lugar, falta uma política específica para um espaço como a universidade. O câmpus é enorme, repleto de ambientes abertos, com péssima iluminação. A ocupação e frequência variam de acordo com as áreas e os horários do dia e da noite. Esses e mais outros tantos elementos foram considerados na elaboração de um plano de segurança para a universidade?
Os diagnósticos participativos fazem parte das políticas mais modernas de prevenção ao crime. Em algum momento a comunidade universitária foi consultada? Certamente alunos, professores e funcionários aportariam informações relevantes sobre áreas mais vulneráveis, melhorias a serem empreendidas e soluções que viessem a complementar a presença da PM que, como sabemos, sozinha nunca dará conta do problema.
Mas extrapolando os limites da universidade, também falta uma política clara em relação à aplicação da lei no que se refere aos usuários de drogas. Não se trata de pedir discricionariedade aleatória à polícia, isso seria um retrocesso sem tamanho. A luta dos movimentos sociais no Brasil sempre foi pela aplicação da lei de forma a não tratar uns como mais iguais do que outros.
Isso não significa, no entanto, que a polícia não tenha escolhas a fazer. Recentemente, a polícia de Nova York circulou um comunicado interno instruindo os policiais a não prenderem pessoas com pequenas quantidades de maconha. A decisão foi tomada quando a polícia fez as contas. Prender usuários custava muito para o Estado e contribuía pouco ou quase nada para a redução da criminalidade.
Esse é apenas um exemplo de como a segurança tem que ser tratada como qualquer outra política pública. Ou seja, deve acompanhar as transformações sociais, contar com planejamento, alocar recursos de acordo com as prioridades, estabelecer metas que tenham como objetivo prevenir e reduzir a criminalidade e não simplesmente a punição.
A atividade policial não pode ser avaliada a não ser quando vinculada a uma política de segurança pública cuja elaboração está a cargo também da polícia, mas não apenas dela.
Tenho certeza de que a Polícia Militar tem prioridades. Resta saber se elas fazem parte da política de segurança pública de São Paulo.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Manifesto pela Reforma prisional no Brasil organiza abaixo-assinado a partir da internet
Manifesto pela Reforma prisional no Brasil quer reunir 30 mil assinaturas para implantar uma nova reforma no sistema prisional brasileiro. A Iniciativa é do Blog SERVIDORES PENITENCIÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO.
Mais de 73 pessoas já assinaram só falta você
O Manifesto pela Reforma prisional no Brasil, vinculado ao blog SERVIDORES PENITENCIÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO , pretende reunir 30 mil assinaturas em um abaixo-assinado para a criação de uma reforma prisional no Brasil.
Atualmente, o documento tem 673 nomes de pessoas que querem ajudar a fazer uma reforma nas diretrizes da política criminal e penitenciária.
A falta de infra-estrutura e o total descaso dos nossos governantes tem contribuído de forma significativa para a transformação das penitenciárias brasileiras em verdadeiras "escolas do crime"
Não há mais como se negar que o sistema penal brasileiro está falido.
ASSINE AQUI
