sábado, 31 de outubro de 2009

PM de Guarulhos já usa pistolas elétricas em operações especiais



Com uma tonalidade chamativa e design futurista, a princípio, parece inofensiva. O peso leve e o tamanho padrão de outras armas chega lembrar uma pistola de brinquedo, muita usada por crianças e facilmente adquirida em lojas de bugigangas.
Pois foi com este modelo de arma que um policial militar conseguiu, com êxito, imobilizar e deter um homem que mantinha o filho de apenas seis meses refém por quase três horas na Cidade Seródio, no último domingo, 25. O militar utilizou uma pistola elétrica Taser, considerada não letal que imobiliza o suspeito por meio de choques elétricos.
Essa foi a primeira vez que a PM de Guarulhos utilizou este tipo de arma. De acordo com o CPA-M7 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano-7), nos três batalhões da corporação (15°, 31° e 44°) há um total de nove pistolas. Em todo o Estado de São Paulo, a polícia possui 350 unidades.
Porém, para o manuseio, os policiais precisam passar por um treinamento de 10 horas, com aulas práticas e teóricas. Segundo o tenente Davi Tenório, do 44° Batalhão da PM e que utilizou a arma na ação no Seródio, o uso da arma só é feito após a utilização de técnicas não letais. "Em determinadas situações, utilizamos o emprego de bastão, cassetete, spray de pimenta, técnicas de defesa pessoal. Em outras, optamos pela pistola elétrica. E em último caso, a arma de fogo", disse. Tenório afirmou que no batalhão há 20 policiais treinados para o porte da arma.
A arma tem um alcance que varia entre cinco e 15 metros, a depender do cartucho utilizado, sendo capaz de imobilizar uma pessoa na hora. A velocidade do disparo é rápida. Da arma saem dois fios com ganchos, similares a arpões, que penetram no corpo do suspeito e descarregam uma energia de 50 mil volts. O choque afeta o sistema nervoso central da pessoa, imobilizando-a por cinco segundos fazendo com que ela caia no chão. Caso o operador [policial] permaneça com o gatilho acionado, uma descarga é liberada a cada 1,5 segundo.

Episodio Uniban


O Blog APGSP abre espaço aqui para um episodio que ocorreu ma UNIBAN
DO BLOG DO LUIZ NASSIF
O aluno da Uniban
Por Ricardo

Sou aluno da Uniban de São Bernardo, e assim como muitos outros colegas, estamos muito chateados com os fatos ocorridos.

Eu particularmente fiquei horrorizado com a atitude “destes estudantes”, diga-se de passagem. Foi tanto tumulto por nada, e tantas outras assuntos relacionados a faculdade precisando de mais atenção.

Fico chateado pois a imagem de quem estuda na universidade pode ser denegrida, mesmo que por pouco tempo, não sei, porém sei que trabalho quase dia todo e sempre me esforço para chegar no horário, assim como alguns colegas, e infelizmente alguns “filhinhos de papai” que não irão precisar brigar por uma vaga no mercado de trabalho, fazem o que querem na universidade.

Esse é meu desabafo, e pediria que fosse mencionado de alguma forma que ainda existem pessoas neste universidade interessadas em fazer sim a diferença no presente e também no futuro.

COMENTARIO DO APGSP

Sim, eu definitivamente estou interessado em fazer a diferença. Sou aluno da Uniban campus Marte, e concordo com o Ricardo em tudo que disse. Há pessoas que não levam a faculdade a sério, que na maioria das vezes vão apenas pra ficar em barzinhos com amigos. São realidades distintas, ou seja, impossível ficar comparando, cada pessoa tem seu interesse pessoal. Além disso, há o aluno que realmente estão interessados no ensino Ou seja, Matam um Leão por dia para freqüentarem a universidade a noite.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Caso AfroReggae expõe "gangrena" em PM do Rio, diz "Le Monde"

da BBC Brasil

Um artigo publicado na edição que circula nesta terça-feira do jornal francês "Le Monde" afirma que a morte do coordenador do AfroReggae, Evandro João da Silva, expõe uma "gangrena" na Polícia Militar do Rio. A reportagem, intitulada "No Rio de Janeiro, uma polícia com comportamento criminoso", afirma que a corporação é "frequentemente corrompida e brutal" e "goza de má reputação".

O texto relembra o assassinato de Evandro e a atuação dos policiais enquanto o coordenador da ONG ainda agonizava após ser atingido por um assaltante.

O caso provocou indignação depois que câmeras de circuito interno mostraram um cabo e um capitão da PM do Rio liberando os agressores, sem prestar socorro à vítima. Ambos negam omissão de socorro e alegam que não perceberam Evandro sangrando no chão da agência bancária onde o crime ocorreu.

"O caso é ainda mais comovente porque a vítima, nascida em um favela do norte do Rio e respeitada por sua coragem e obstinação, havia se tornado um 'mediador de conflitos', principalmente entre as gangues de narcotraficantes", escreve o "Le Monde".

O jornal lembra que o trabalho de Evandro consistia em "tentar converter os mais jovens a uma cultura de paz".

"O caso chama atenção pela gangrena que ronda a instituição (da PM): nos últimos dois anos, mais de 1,7 mil policiais foram excluídos da corporação", diz o texto, lembrando que os dois envolvidos no episódio "continuam livres".

Primeiro mundo "versus" terceiro

A atuação da polícia na morte do coordenador do AfroReggae também foi destaque no jornal britânico "The Guardian". Um artigo assinado pelo comentarista Conor Foley sustenta que "a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 precisa enfrentar uma política de justiça criminal que fracassou em conter as execuções sumárias e a corrupção policial".

Foley afirma que "a banalidade cotidiana do incidente relembrou como a polícia da cidade se tornou fora de controle".

O caso ocorre no momento em que o Brasil se vangloria de ter contornado a crise econômica mundial de maior proporção, e no momento em que a eleição como sede olímpica de 2016 fazia com que os brasileiros "se permitissem uma onda de otimismo".

"Após anos de negligência e violência urbana, parecia que o Rio estava novamente em alta", escreve o comentarista.

Para Conor, o caso envolvendo a polícia do Rio lembra como não apenas as forças de segurança, mas todo o sistema judicial precisam de "uma reforma completa".

O autor do artigo lembra o comentário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a escolha do Rio como sede olímpica. "Deixamos de ser um país de segunda classe para se tornar um de primeira classe", disse Lula. "Respeito é bom e a gente gosta", relembrou.

"Mas respeito tem de ser conquistado também"; diz Conor, "e não tem sentido ter uma sociedade e uma economia de primeiro mundo enquanto o resto do Estado brasileiro permanece profundamente enraizado no terceiro".

domingo, 25 de outubro de 2009

Para PF, em SP, monopólio das drogas é do PCC

ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

As análises do setor de inteligência do CGPRE (Coordenação Geral de Polícia de Repressão a Entorpecentes), da Polícia Federal, apontam que a principal diferença no tráfico de drogas entre o Rio de Janeiro e São Paulo está no número de facções criminosas que atuam em cada Estado.
Enquanto o Rio convive há anos com as disputas entre CV (Comando Vermelho), ADA (Amigos dos Amigos) e TC (Terceiro Comando), em São Paulo existe o domínio dos traficantes do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Além disso, poucas regiões de São Paulo, como Santos, no litoral, têm os morros que caracterizam o Rio.
A PF sabe que, em comum, Rio e São Paulo têm apenas a origem da droga vendida em seus territórios. A maconha vem do Paraguai e 90% da cocaína tem origem na Bolívia.
Hoje, mesmo os poucos traficantes varejistas que não são "batizados" (ligados diretamente) no PCC têm de pagar uma espécie de imposto para ter autorização dessa facção para traficar em São Paulo. Caso o "bicho papão" não seja pago, o PCC toma com violência o ponto de tráfico -ao contrário do que ocorre no Rio, essa invasão não possibilita resistência.
"O aumento do número de facções criminosas já representa o aumento de violência e, considerando que essas facções são rivais e disputam o mesmo mercado, a conclusão é que a onda de violência crescente no Rio decorre, muitas vezes, de uma busca por mercado. São várias facções disputando o poder e espaço no tráfico de drogas", diz o delegado Umberto Ramos Rodrigues, do CGPRE.
Outra diferença entre o tráfico no Rio e em São Paulo, ainda segundo a PF, está na quantidade de crack comercializada. Em São Paulo, o PCC oferta ao mercado muito mais essa droga do que as facções cariocas.
No Rio, apesar da chegada do crack às bocas de fumo nos últimos três anos, as facções criminosas CV, ADA e TC ainda têm preocupação com o tempo em que terão o viciado como cliente -essa droga é muito mais devastadora do que a versão menos suja da cocaína.
De abril deste ano, quando o delegado Eduardo Hallage foi nomeado pela gestão de José Serra (PSDB) para chefiar o Denarc (departamento de narcóticos) com a missão principal de acabar com a corrupção nesse setor da polícia paulista, até setembro, foram apreendidos 434 quilos de cocaína, 1.263 quilos de maconha e 36.634 quilos de crack no Estado.

Aluguel de armas

No ano passado, a Polícia Civil de SP fez operações em Sorocaba (100 km de SP) e cidades vizinhas para combater uma disputa -na qual houve assassinatos- por pontos de venda de droga entre o PCC e o CRBC (Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade), quadrilha que tenta fazer frente ao domínio dos rivais.
Ao longo de 2008, segundo policiais de Sorocaba, ao menos 20 pessoas foram mortas, todas elas em ações distintas e nunca em confrontos como os ocorridos semana passada no Rio.
Enquanto as três principais facções criminosas do Rio também disputam poderio bélico, em São Paulo a hegemonia do PCC dispensa o emprego bélico e abre espaço para que os membros da facção direcionem suas armas a outros crimes.
Muitas vezes, para não ficarem paradas, as armas do PCC são alugadas para ladrões de banco e de carga. Podem render até 15% do roubo aos donos das armas. Ainda, em São Paulo não se veem traficantes ostentando armas de alto poder destrutivo, como fuzis e granadas.

comentario do BLOG APGSP

Muito me espanta é o fato de a Folha de S. Paulo (veja reportagem acima),publicar uma coisa como esta, visto que é obvio que há diferença no tráfico de drogas entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Não é segredo pra ninguém que o PCC detém e controla grande parte do monopólio dos pontos de droga em SP. A socióloga, doutoranda pela USP Camila Nunes Dias já havia constatado que o ‘Partido’ se encontra hoje estruturado de maneira empresarial e com domínio completo sobre os presídios paulistas. Cada um deles é gerenciado pelo ‘piloto’, que se reporta à cúpula de 18 líderes. Fora das prisões, seus representantes são os ‘torres’, com jurisdição sobre cada área de código DDD do Estado de São Paulo.
Não foi só o número de homicídios que recuou, mas também o de rebeliões e assassinatos dentro das penitenciárias.

DEMOCRATIZAÇÃO DO DIREITO

Canal do STF no YouTube vira material de apoio
Por Gláucia Milício

Quer saber a diferença entre deportação, extradição e expulsão em menos de seis minutos? Basta recorrer ao Youtube e assistir à aula do advogado Pierpaolo Bottini, que explica a diferença entre os três institutos de maneira prática e didática. O vídeo, com mais de 300 exibições, é apenas um dos 400 vídeos disponibilizados pelo canal do Supremo Tribunal Federal na comunidade de vídeos mais popular da internet.

O canal estreou no dia 1º de outubro já com 4 mil acessos e tem mantido medida de 2 mil acessos por dia durante a semana. No dia 22 de outubro, já somava total de 31,7 mil acessos. O vídeo campeão, com 55 mil visitas, foi disponibilizado, ainda como teste, no ano passado. Nele, o criminalista Alberto Zacharias Toron ensina em minutos o que é necessário para entrar com pedido de Habeas Corpus. A aula faz parte do programa Saber Direito, da TV Justiça, que já provou que seu papel é aproximar a Justiça do cidadão comum.

Desde que o canal entrou no ar, as duas aulas mais acessadas foram a de Direito Tributário da professora Patrícia Canhadas, com 15 mil acessos, e a de Dano Moral no Trabalho do juiz Luís Carlos Moro, com 10 mil.

Marco Antônio Araujo Júnior, diretor pedagógico de cursos da rede LFG, explica que a TV Justiça tem uma programação voltada para a área educacional, mas não afasta o cidadão comum, que também é um dos focos do programa. O programa Prova Final tem parceria com a rede e é voltado 100% para o Exame de Ordem, conta. As aulas ministradas no cursinho em São Paulo são disponibilizadas no canal da TV Justiça e depois publicadas no Youtube. O material é utilizado como apoio aos bacharéis que almejam tirar a carteira da Ordem.

Araújo Júnior destaca que o programa Saber Direito é extremante educativo e útil para atualizar quem já está no mundo jurídico. Ele conta que um dos programas, com o tema Empregada doméstica direitos e deveres, foi um sucesso. Bateu recorde de audiência de e-mails já recebidos na TV Justiça.

A programação da TV Justiça inclui ainda o Caderno D, focado em congressos e voltado para o mundo acadêmico. Ainda na faixa educacional da TV, está previsto o lançamento do programa Apostila, que terá como uma das parceiras a rede LFG. “A intenção e a aproximação da TV Justiça com o cidadão é fantástica. É muito comum encontrar um motorista de táxi dizendo que assistiu a sua aula na TV”, disse Marco Antônio.

Também são exibidos os programas Carreiras Jurídicas, com entrevistas, o Fórum, com entrevistas e debates, e Academia, com apresentação de teses e monografias. Além da TV Justiça, o canal do STF no Youtube também disponibiliza vídeos de julgamentos que acontecem no Plenário da corte. Outro destaque é a postagem exclusiva de vídeos em que o presidente do corte, ministro Gilmar Mendes, responde, uma vez por mês, a perguntas enviadas por diferentes segmentos da sociedade.

O lançamento da página oficial do Supremo no YouTube foi possível por meio de um acordo de cooperação entre a corte e a Google Inc.. A iniciativa foi classificada como “arrojada” pelo diretor-geral da Google no Brasil, Alexandre Hohagen. Ele disse ter orgulho de contribuir com o Supremo e afirmou que o novo site “mostra a transparência e a modernidade do STF”.

Perfil do público
O canal do Supremo no YouTube é acessado, em sua maioria, por homens. Do total de internautas, 74% são do sexo masculino. A idade média das pessoas que navegam no canal oficial do STF no YouTube até o momento está entre 35 e 44 anos.

Como era de se esperar, o grosso dos acessos é de usuários no Brasil, mas a página já conta com internautas de todos os continentes e de países diversos como México, Estados Unidos, Alemanha, Malásia, Iraque, Egito e Holanda. Os dados são do YouTube Insight, ferramenta que fornece estatísticas detalhadas dos vídeos postados no YouTube. Com informações da Assessoria de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.

Clique aqui para acessar a página do STF no YouTube.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Lula convoca reunião para definir enquadramento da Abin



Lula convoca reunião para definir enquadramento da Abin

SÃO PAULO - Para sacramentar de vez o enquadramento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou para amanhã encontro do Conselho Nacional de Defesa para discutir a nova Política Nacional de Inteligência, que será encaminhada ao Congresso. A nova política de inteligência lista as ameaças que a área de informações do Estado deve combater. O rol inclui terrorismo, narcotráfico, crime organizado, corrupção e sabotagem, entre outras.
Na reunião realizada no início de setembro, Lula aprovou a política mas pediu que algumas modificações fossem feitas. Ficou definido que todo o sistema de inteligência do governo ficará subordinado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e não à Abin. Ao listar as ameaças ao Estado, foram lembradas, por exemplo, a guerra cibernética e a espionagem, que ocorrem especificamente na área de tecnologia, no agronegócio e nas indústrias aeronáutica e aeroespacial. O governo quer ainda reforçar as áreas de contrainteligência e os trabalhos voltados para o campo externo. Na reunião ainda deverão ser definidos os limites de cada setor de inteligência, que atualmente é dividido em quatro grupos - de Estado, militar, econômico-financeiro e de segurança pública. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 17 de outubro de 2009

Confrontos deixam 12 mortos no Rio; criminosos derrubam helicóptero da PM




da Folha Online

Os confrontos entre grupos de traficantes e policiais militares deixaram ao menos 12 mortos neste sábado na zona norte do Rio, segundo informações da Polícia Militar. Pela manhã, um helicóptero da PM foi derrubado pelos criminosos. Além dos mortos confirmados, a PM também aponta oito pessoas feridas e três suspeitos presos.

Segundo informações da PM, entre os mortos estão dois policiais militares que ocupavam o helicóptero abatido, além de suspeitos. Já entre os feridos estão três PMs, sendo que um permanece em estado grave e outros dois foram atingidos por tiros na perna e no pé, e passam bem.

Os confrontos tiveram início ainda na madrugada, quando criminosos do morro São João tentaram invadir o morro dos Macacos, em Vila Isabel, em disputa pelos pontos de venda de drogas, de acordo com a PM. O morro São João é controlado pela facção criminosa Comando Vermelho, enquanto o morro dos Macacos, pela ADA (Amigos dos Amigos).

Na tarde de hoje, a PM realiza uma operação para derrubar barricadas no morro São João, na zona norte do Rio, feitas por traficantes para dificultar o acesso de policiais. Segundo informações da PM, uma retroescavadeira é utilizada para derrubar as barricadas e liberar o acesso ao local.

Confrontos


O helicóptero da PM foi atacado por volta das 10h10, enquanto sobrevoava a região do morro São João. O piloto conseguiu fazer um pouso forçado em um campo de futebol na Vila Olímpica, em Sampaio, mas a aeronave explodiu em seguida. Dois policiais morreram na hora e quatro ficaram feridos, entre eles um atirador de elite que ficou conhecido no mês passado, quando uma comerciante foi mantida refém por um assaltante armado com granada.

Inicialmente, a polícia havia informado que quatro policiais estavam na aeronave, mas, depois, confirmou que eram seis ocupantes. Os dois PMs mortos pertenciam ao Grupamento Aéreo Marítimo, mas os nomes não foram informados. Além dos PMs que estavam no helicóptero, outros dois policiais do Batalhão da Tijuca, baleados no morro dos Macacos.

Até as 17h, também havia registro de 12 veículos queimados por criminosos envolvidos nos confrontos. Desses, dez foram ônibus, um carro e um caminhão da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio). Ao menos três pessoas foram presas.

Cerco


A Polícia Militar montou um gabinete de crise no Batalhão da Tijuca e montou um cerco nos morros dos Macacos e de São João. Integram o grupo o coronel Mário Sergio Duarte, coronel Marcos Jardim do 1º Comando de Policiamento de Área da Capital, coronel Robson Rodrigues do Batalhão de Choque, o coronel do Bope (Batalhão de Operações Especiais) Luiz Henrique, além dos chefes do Estado Maior, coronel Álvaro Garcia e coronel Carlos Eduardo Milagres.

Em nota divulgada na tarde deste sábado, a polícia confirmou que os "ônibus incendiados foram ações orquestradas para facilitar a fuga dos criminosos" da favela.